Tratamento das
doenças da retina

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Retina

O que é a retina?

A retina é a camada que reveste internamente a parede posterior do olho. Ela é responsável por transformar os estímulos luminosos captados pelo olho em estímulos nervosos. O nervo óptico conduz esses estímulos até o cérebro, possibilitando dessa forma enxergarmos o mundo que nos cerca.

Clínica especializada no tratamentos de doenças da retina.

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5 Doenças da retina que necessitam de tratamento cirúrgico

Descolamento regmatogênico de retina

Caracteriza-se pela separação entre a retina e as demais camadas que formam a parede posterior do olho. O aparecimento de uma ou mais roturas na retina é a causa desse descolamento.

Na fase inicial da doença, os sintomas mais comuns são a visão de pontos pretos (as chamadas “moscas volantes”) ou a percepção de flashes luminosos. Em uma fase mais avançada da doença, o paciente percebe uma mancha no campo de visão, podendo chegar a perceber piora na visão central.

Em geral o descolamento de retina é uma condição grave que necessita um tratamento cirúrgico. As técnicas cirúrgicas mais utilizadas são a vitrectomia via pars plana, a retinopexia convencional e a retinopexia pneumática.

Descolamento tracional de retina

Caracteriza-se pela separação entre a retina e as demais camadas que formam a parede posterior do olho. A principal causa é a tração gerada por um tecido fibroso que repuxa a retina. O diabetes melito descompensado, por tempo prolongado, é a principal causa da formação desse tecido fibroso.

A principal queixa é a perda progressiva da visão. Essa perda pode começar pelo embaçamento do campo de visão central ou pela perda da visão periférica.

O descolamento tracional de retina em geral é tratado com a técnica cirúrgica denominada “vitrectomia via pars plana”.

Buraco Macular

Trata-se de um “buraco” que aparece na região central da retina, chamada de mácula.

Nota-se uma mancha preta, fixa, no centro da visão - chamado escotoma central - ou ainda percebe-se uma piora na visão central daquele olho.

O tratamento é realizado em geral através da técnica cirúrgica chamada “vitrectomia via pars plana”.

Membrana Epirretiniana

Trata-se de uma fina membrana firmemente aderida, que se forma sobre a parte central da retina, causando um enrugamento da retina subjacente. O paciente percebe uma distorção da visão central.

Borramento visual, visão dupla, distorção de modo que as linhas retas aparentem ser tortas e os objetos pareçam ser menores do que são.

Caso a membrana epirretiniana cause redução da visão e/ou distorções da visão significativas e que impactem a sua qualidade de vida, o tratamento consiste na remoção da membrana epirretiniana através da técnica cirúrgica denominada “vitrectomia via pars plana”.

Hemorragia Vítrea

Sangramento que ocorre no segmento posterior do olho, chamado de cavidade vítrea. Pode ter diferentes causas, como por exemplo um diabetes melito descompensado, um trauma prévio ou uma rotura na retina.

Percepção de borramento visual ou visão de escotomas volantes (pontos escuros em movimento).

Em alguns casos, aguarda-se o sangramento regredir espontaneamente, já em outros opta-se por realizar a cirurgia chamada “vitrectomia via pars plana”.

Se você apresenta algum desses sintomas, ou se já tem um diagnóstico de alguma doença da retina e gostaria de receber orientações, agende sua consulta com nossos especialistas.

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Alguns Exames

Mapeamento de retina

Também conhecido como exame de fundo de olho, o mapeamento de retina permite que o oftalmologista analise as estruturas do segmento ocular posterior, sendo essas a retina, o vítreo, os vasos sanguíneos e o nervo óptico. Trata-se de um exame fundamental na prevenção, no diagnóstico e no acompanhamento de diversas doenças, não só do olho, como também de todo o corpo.

Tomografia de coerência óptica (OCT)

A tomografia de coerência óptica (OCT) é um exame de imagem não invasivo que utiliza ondas de luz para captar imagens tomográficas em cortes transversais das diversas camadas que compõe a retina e o nervo óptico. Apesar do nome tomografia, esse exame não envolve a exposição do paciente ao raio-X.

Retinografia colorida

A retinografia colorida consiste em uma fotografia digital e em alta resolução do segmento ocular posterior, composto da retina, nervo óptico e vasos sanguíneos.

Retinografia red-free

A retinografia red-free é uma fotografia em preto e branco que complementa a retinografia colorida para análise mais detalhada das camadas mais superficiais da retina.

Retinopexia Convencional

A retinopexia convencional, ou cirurgia de implante de faixa de silicone, é um tipo de cirurgia oftalmológica utilizada para corrigir o descolamento de retina e assim conseguir restaurar a visão. A técnica cirúrgica consiste em costurar uma faixa de silicone ao redor do olho, de modo a empurrar a esclera (parede externa do olho) em direção a retina que está descolada.

É também uma técnica que pode ser utilizada em conjunto com a crioterapia transescleral, com o laser, ou com a própria vitrectomia via pars plana, dependendo da situação.

A Solução

Tratamentos

Fotocoagulação da retina a laser

A fotocoagulação da retina utilizando o laser é um procedimento realizado no consultório. Esse recurso é usado para tratar uma série de doenças retinianas, incluindo roturas da retina e a presença de vasos anormais, que podem ser gerados por diabetes descontrolado ou então por oclusão de vasos da retina.

Vale ressaltar que quando o laser é realizado para tratamento de rasgos na retina, o procedimento pode prevenir o desenvolvimento de um descolamento de retina, que é uma condição de alta gravidade, por poder potencialmente ameaçar a visão.

Injeção intra-vítrea ou intra-ocular

A injeção intra-vítrea ou intra-ocular é um procedimento cirúrgico que visa colocar um medicamento diretamente na parte posterior do olho, chamada cavidade vítrea; que é preenchida com um fluido gelatinoso, chamado humor vítreo. O objetivo é tratar uma diversidade de doenças da retina, como a degeneração macula relacionada a idade ou o edema macular (que pode ocorrer devido ao diabetes descontrolado ou à oclusão de veias da retina).

Vitrectomia via pars plana

A vitrectomia pars plana é uma técnica cirúrgica comumente empregada que permite o acesso ao segmento posterior do olho. A vitrectomia via pars plana permite o tratamento de condições como o descolamento de retina, a hemorragia vítrea, o buraco macular, a presença de uma membrana epirretiniana, a remoção de corpos estranhos intra-oculares, dentre outros.

Retinopexia Pneumática

A retinopexia pneumática é uma das técnicas cirúrgicas que podem ser utilizadas no tratamento do descolamento de retina e na qual o oftalmologista especialista em retina injeta uma bolha de um gás específico, expansível, no segmento posterior do olho. Trata-se de um método eficaz e pouco invasivo a ser empregado de forma conjunta com o laser ou a crioterapia transescleral, em casos selecionados de descolamento de retina.

Retinopexia Convencional

A retinopexia convencional, ou cirurgia de implante de faixa de silicone, é um tipo de cirurgia oftalmológica utilizada para corrigir o descolamento de retina, e assim conseguir restaurar a visão. A técnica cirúrgica consiste em costurar uma faixa de silicone ao redor do olho, de modo a empurrar a esclera (parede externa do olho) em direção à retina que está descolada.

É também uma técnica que pode ser utilizada em conjunto com a crioterapia transescleral, com o laser, ou com a própria vitrectomia via pars plana, dependendo da situação.

Quem Somos

A Clínica Roizenblatt Médicos Associados foi fundada em 1979 pelo Dr. Jaime Roizenblatt e pela Dra. Suely Roizenblatt.

​Fazemos um atendimento especializado, buscando a solução mais adequada para suas necessidades.

​Para nós, a construção de confiança e o relacionamento de longo prazo entre médico e paciente tem caráter primordial.

Conheça Nossa Equipe

Dr. Jaime Roizenblatt

1970-1975: Faculdade de Medicina - Universidade de São Paulo.

1976-1977: Residência em Oftalmologia - Universidade de São Paulo.

1978-1979: Postdoctoral Fellowship em Retina - Jules Stein Eye Institute Universidade da Califórnia, Los Angeles, EUA.

1979 - atual: Oftalmologista do corpo clínico do Hospital Israelita Albert Einstein

1979-1984: Médico Colaborador - Universidade de São Paulo.

1984-2006: Médico Assistente - Universidade de São Paulo.

1988: Doutorado - Universidade de São Paulo.

1991-2006: Chefe do Setor de Úvea - Universidade de São Paulo.

Dra. Marina Roizenblatt

2007 a 2012: Faculdade em Medicina - Universidade Federal de São Paulo.

2013-2015: Residência Médica em Oftalmologia - Universidade Federal de São Paulo.

2014-2016: Mestrado profissionalizante - Universidade Federal de São Paulo.

2016-2018: Fellow cirúrgico em retina e ví­treo - Universidade Federal de São Paulo.

2017-2018: Postdoctoral Fellowship em Retina - Wilmer Eye Institute, Johns Hopkins University, Baltimore, EUA.

2018 - atual: Doutorado - Universidade Federal de São Paulo.

2018 - atual: Oftalmologista do corpo clínico do Hospital Israelita Albert Einstein

2020 - atual: Membro da comissão da Sociedade Brasileira de Retina e Ví­treo.

Currículo Lattes

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